A exposição aguda ao césio estável normalmente acontece após administração, por via oral ou parentérica, de doses elevadas de CsCl. Esta situação verifica-se em indivíduos que realizam tratamentos alternativos para o cancro, por exemplo. [3]

Grupos de risco
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Trabalhadores em centrais nucleares, principalmente aqueles que interagem diretamente com o lixo radioativo; [2]
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Populações que habitem nas proximidades de centrais nucleares ou locais onde recentemente ocorreu um teste de armamento/ acidente nuclear. [2]
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Devido à dispersão no meio ambiente deste elemento é difícil distinguir a via de exposição.
Normalmente admite-se que numa exposição acidental a grandes doses (exposição aguda) as vias de exposição são múltiplas, enquanto que na exposição crónica a baixas doses (exposição crónica), a principal fonte de exposição é a via oral. [1]

Exposição Aguda
Referências bibliográficas:
[1] Lestaevel, P., et al. "Caesium 137: Properties and biological effects resulting of an internal contamination." Medecine Nucleaire. Imagerie Fonctionnelle et Metabolique 34.2 (2010): 108-118.
[2]http://toxnet.nlm.nih.gov/cgi-bin/sis/search2/r?dbs+hsdb:@term+@DOCNO+7389 Acedido pela última vez a 11/04/2017
[3] Sessions, D., Kennon H., and Michael K. "Fatal cesium chloride toxicity after alternative cancer treatment." The Journal Of Alternative And Complementary Medicine 19.12 (2013): 973-975.
Exposição a elevadas quantidades ocorre por:
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manuseamento inadequado de equipamento industrial ou outro que contenha este elemento. [2]
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Acidentes nucleares. [2]
Quando usado em aparelhos de radioterapia, se forem seguidas as regras de segurança, a exposição do paciente é mínima. [2]

Figura 4: Grupos de risco na exposição aguda ao césio.
A exposição aguda aqui descrita é relativa ao césio 137 (radioativo) e não ao césio 133 (estável).